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Geoglifos no Acre

7 07UTC Novembro 07UTC 2009

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O que são?

Geoglifos são vestígios arqueológicos representados por desenhos geométricos (linhas, quadrados, círculos, octógonos, hexágonos etc…), zoomorfos (animais) ou antropomorfos (formas humanas), de grandes dimensões e elaborados sobre o solo, que podem ser totalmente e melhor observados se vistos do alto, em especial, através de sobrevôo.
Geoglifos podem ser encontrados em várias partes do mundo. Os mais conhecidos e estudados estão na América do Sul, principalmente na região andina do Chile, Peru e Bolívia.
As linhas e geoglifos de Nasca, no Peru, são os exemplos mais conhecidos desses desenhos. Os mesmos foram descobertos em 1927, com o advento da aviação comercial. A Dra. Marie Reich dedicou a sua vida aos estudos dos geoglifos de Nasca. Embora bastante conhecidos, os geoglifos de Nasca ganharam fama mundial com o lançamento do livro “Eram os Deuses Astronautas” de Erich von Daniken.
Há alguns anos geoglifos também foram encontrados na região amazônica brasileira. Mais precisamente no Estado do Acre. Foram percebidos em 1977, quando o Prof. Ondemar Dias, do Instituto de Arqueologia Brasileira do Rio de Janeiro esteve nesta região localizando e estudando sítios arqueológicos, como parte do inventário nacional que estava sendo realizado pelo PRONAPABA – Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas da Bacia Amazônia.
De lá para cá outros locais com estas estruturas foram descobertos e, entre 1985 e 1994 um desses sítios (Los Angeles, na Fazenda Ouro Branco) foi escavado por duas equipes, das quais participaram o Dr. Ondemar Dias (Coordenador), Profa.Mauricélia Sousa, Prof. Marcos Vinícius das Neves (Sub-coordenadores), Dra. Rosângela Menezes, Dra. Jandira Neto Dias, Prof. Divino de Oliveira, Valmir de Araújo, David Barroso, Maria Luiza Ochoa, Dr. Jacó Piccoli e Dr. Ondemar Blasi, entre outros. Os pesquisadores encontraram muita cerâmica indígena, o que indicava locais de antigas aldeias. ((Dias Júnior, O.F. & Carvalho, E.T. 1988 e Neves, M.V. 2002).

Visão Aérea

A real dimensão e extensão da área geográfica de ocorrência dessas estruturas, no entanto, só foi realmente percebida através de observação aérea.
Em meados da década de 1980, o Prof. Alceu Ranzi, ao olhar pela janela de um avião, em vôo comercial entre Porto Velho e Rio Branco, percebeu uma estrutura circular dupla, na margem da BR 317. Na época, em avião monomotor, uma equipe sobrevoou a área e o registro fotográfico foi obtido pelo fotógrafo Agenor Mariano. A nota da descoberta e as fotos foram publicadas na edição de 15 de Agosto de 1986 no jornal “O Rio Branco”.
Em 1999, em outra viagem, um vôo comercial de Porto Velho para Rio Branco, novamente o Prof. Alceu Ranzi, percebeu uma dessas gigantescas estruturas da janela do avião. Passou então a pesquisar o assunto, primeiro conseguindo pequenos aviões para sobrevoar a área, e depois visitando pessoalmente, em terra, para a obtenção de medidas.
A partir de 2000, com as fotos aéreas obtidas pelo fotógrafo Edison Caetano, os geoglifos do Acre tiveram repercussão nacional e internacional.
No dia 16 de abril 2000, os jornais A Tribuna e A Gazeta, ambos de Rio Branco, deram notícias de capa, com fotos aéreas dos geoglifos. Em 17 de abril de 2000 a TV Acre e TV Gazeta, noticiaram o assunto.
A Revista IstoÉ, edição de 23 de junho de 2000, publicou reportagem assinada por Peter Moon, com as fotos aéreas do Edison Caetano.
Com o incentivo positivo da repercussão na imprensa, foi apresentado em 2001, à Fundação Elias Mansour, do Governo do Acre, o Projeto “Geoglifos Patrimônio Cultural do Acre”, o qual foi aprovado para receber apoio financeiro da Lei de Incentivo à Cultura e ao Desporto. Os recursos obtidos permitiram sobrevôos e mais fotos aéreas foram obtidas pelo Edison Caetano.
Em 28 de julho de 2002, reportagem sobre os geoglifos foi divulgada no Programa Fantástico da Rede Globo. O trabalho foi produzido pelo repórter Jefson Dourado da TV Acre.
Em 2005, em vôo patrocinado pela Secretaria de Turismo do Estado do Acre, o fotógrafo Sergio Vale, registrou os geoglifos da região das Quatro Bocas e da Fazenda Colorada.
Até agora está confirmada a existência de pelo menos uma centena dessas estruturas e a cada dia que passa mais geoglifos são descobertos.

Fonte: http://www.geoglifos.com.br/geoglifos.htm

Para ver mais fotos clique aqui.

ou para usuários do Earth Google

Usuários do Google Earth ou Maps Google podem apreciar alguns dos 120 geoglifos do Acre, a partir das seguintes coordenadas: (10°12′13.32″S 67°10′18.09″W), (10°22′1.61″S 67°43′24.89″W), (10°18′24.51″S 67°13′12.50″W), (10°13′49.01″S 67° 7′26.71″W), (10°17′14.08″S 67° 4′32.97″W), (10°13′5.25″S 67° 9′28.94″W), (10°18′ 06.64″S 67° 41′41.55″W), (10°11′27.65″S 67°43′20.11″W).

Documentário relacionado.
Alienígenas Ancestrais

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Quietude = Estagnação ?

7 07UTC Novembro 07UTC 2009

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JAMAIS! Devo exclamar.

A sociedade hoje em dia implanta muitos desejos/necessidades nas pessoas, são ordens arremessadas no espaço, esperando um olhar desatento, um inconsciênte despoliciado.
A frase imperativa invadi sua mente, e sistematiza sua capacidades, as ordena de acordo com as vibrações externas.

Devemos dar uma olhada cirurgica em nossos atos e padrões de necessidades que temos, pois muitas delas são inuteis e fazemos apenas por costume.

E depois de nos analisarmos deverá surgir mais momentos sozinhos, sem ter o que fazer ao primeiro olhar. Mas quem disse que ficar um instante parado, fora dessa onda de ações e reações é ruim? Pelo contrário.
O que falta muito nas pessoas hoje em dia, é se conhecer. Principalmente na época do fim da adolescência e começo de faculdade ou 20 e poucos anos, as pessoas não tem tempo pra respirar, e nessa idade é quando enchergamos o mundo de uma maneira ímpar, que muitas vezes jamais irá voltar a acontecer.

Estar silenciado, na quietudade, significa alcançar a si mesmo, uma parte que a maior parte do tempo se encontra subjugada pelo caos e movimentação externa.

Ter contato com seu eu interior acontece quando somos criativos, quando temos um Salto Quântico de Criatividade como diria Amit Gowsami, ou Satori em japonês, ou Moksa como se diz na india. É fazer algo que realmente venha do seu interior, que ti represente totalmente e que seja tudo de uma vez.

Como antiagamente na época dos reinos na Europa, apenas o primeiro filho iria herdar o reino então os outros livros não tinham ocupação, e todos eles vendo sua falta de objetivo ou funcionalidade no reino acabavam virando cantores, músicos, pintores e dançarinos, artes que ao meu ver necessita de criatividade para se fazer bem. O que quero dizer é que a quietudade nos faz aprender e fazer coisas envolvidas muito mais com nós mesmo do que simplesmente fazer parte de alguma coisa grande apenas por Status ou Funcionalidade Social. Isso é o que mais é valorizado hoje em dia, como um dever vital que já nascemos encarregados de cumprir, e quem se desvia desse caminho programado é tido como Corrupto dos Padrões Sociais, ou seja vagabundo ou alguêm que não presta.

Muitas Pessoas tem medo do Projeto Vênus, ele é apresentado no documentário Zeitgeist 2 Addedum já postado aqui no Destruidor de Dogmas. E essas pessoas tem medo, pois numa sociadade que teoricamente se aproximaria da perfeição o que as pessoas fariam se não quisessem ser uteis? Pois você poderia trabalhar no que quiser, e se existisse muitas coisas que facilitassem a vida, como aparato automáticos e robóticos, o que um ser humano que não queira se engajar faria?

Veja que a história pode se repetir denovo, as pessoas com medo ainda não descobriram a quietude.

Silencie-se para descobrir quem és.

A catarse acontecerá uma hora ou outra.

E ela tem mão dupla.

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Documentário: The Obama Deception Leg pt

5 05UTC Novembro 05UTC 2009

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Sinopse: “The Obama Deception“, é um documentário que destrói completamente o mito de que Barack Obama está trabalhando pelos melhores interesses do povo americano.
Este documentário mostra: para quem Obama trabalha, as mentiras que ele diz, e sua verdadeira agenda.

Eu já vinha tendo dúvidas sobre Obama, ele realmente veio com a ultima esperança da Terra, praticamente um herói da profecia, todos adoravam ele, por ser negro simbolizava a mudança também.
E como vemos no documentário o incômodo que muitos tinhamos com relação a essa presidência nos mostra verdadeiros
Nosso herói faz parte e perpetua o grupo bilderberg, que tem planos que fazem muito sentido, porém ao um olhar nú e ignorante parece loucura.
O doc fala também do aquecimento global de Al gore, que já foi desmitificado aqui nesse blog em vários posts, com documentários e textos.
O grupo Bilderberg é também falado em um outro documenário das pessoas que aparecem nesse do Obama, chamado EndGame.

Para Baixar o Doc Clique nos links abaixo.

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Posts relacionados:

Documentário: A Farsa do Aquecimento Global legendado Pt

Aquecimento Global Existe?
Meat the truth

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Filme: Luta Por Tera (Battle for Terra)

4 04UTC Novembro 04UTC 2009

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Essa animação mostra bem como nós humanos, e podemos evidenciar os estadounidenses super valorizamos a proteção/força de ataque como prioridade em nossas vidas e sociedade.
A história desse filme nos mostra o quão importante deve ser a idéia estrutural de uma civilização. O filme conta a história de uma civilização totalmente pacifica e cheia de cultura, mas um dia humanos que destruíram o planeta Terra, Vênus e Marte resolvem invadir o planeta alienígena a força para dar mais uma chance da humanidade reinar.
Mas depois dos planetas humanos serem destruídos eles viajaram em busca de planetas habitáveis, mas se concentraram na guerra como fator determinante de uma possível re-habitação de um planeta. E é aí que vem o caos.

Uma pessoa/civilização que espera guerra, que se prepara para ela, obiviamente seguirá o velho ditado “quando a única ferramenta que temos na mão é um martelo, tudo vira prego”.
Quando se encara o mundo com medo, ou fugimos ou lutamos, mas quem disse que devemos seguir esses caminhos?!
Será que realmente não podemos pensar num modo de encarar o mundo a parte desses já pré-estabelecidos pela chamada humanidade?
Não acho que a humanidade tenha em sua essência a auto-destruição como muitos niilistas pensam.
Acredito, ou melhor, sei que há outras formas de se organizar e de encarar a realidade, a paz é um estado de consciência, não apenas a falta de ações ao seu redor, isso é chamado de estagnação.

Todos temos pre-disposições naturais, ou impostas em forma de educação ou experiências para gente quando jovens. Mas digo que há formas de nos educarmos, e implantar uma filosofia social em nós mesmo.

Só assim, através da auto-disciplina e controle para transformarmos o esforço em naturalidade.

A ferramenta fará parte do operário.

Para Baixar clique aqui. Em qualidade Dvdrip

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Black Water, o exército mercenário.

29 29UTC Outubro 29UTC 2009

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Quando nós pensamos em Guerra, é normal que algumas imagens surjam na nossa mente. Geralmente, a idéia de guerra, pelo menos pra mim, é marcada por uma idéia de um país contra o outro, lutado por alguma coisa, seja ideologia, seja terreno, seja um ativo qualquer, como o petróleo.

O senso comum é claramente marcado pela percepção de que soldados lutam nas guerras. Matam e morrem, mas como poderíamos supor, este pensamento não é de todo preciso. A utilização de mercenários em situações de conflito não é recente. Antes mesmo da criação do conceito de um exército profissional, trabalhando a serviço de uma nação específica, era comum que grandes líderes recrutassem grupos mercenários, que lutam pelo dinheiro.

Dados recentes mostram que a guerra como nós conhecemos e imaginamos pode estar mudando mais rápido do que poderíamos supor. Durante anos as guerras foram travadas por militares profissionais, gerenciados pelas forças armadas de seus países, obedecendo ordens – algumas que nos impressionam até hoje, como a jogada das bombas atômicas de Hiroshima e Nagazaki, quase cegamente. O que me espanta é que esta tendência está mudando rapidamente. Pra se ter uma idéia do que eu estou falando, hoje o uso de massa das forças armadas mercenárias pelos EUA chega a impressionantes 30% do total de pessoas empregadas no exército de coalizão no Iraque. Para perceber est mudança, bastou uma rápida pesquisa para descobrir que o uso de mercenários na guerra do Bush pai, em 1991 foi de apenas 10%.

A guerra, meus amigos, parece estar se tornando a profissão de muitas pessoas no mundo. A exemplo dessa afirmativa, posso citar que o número de servidores particulares no Departamento de Defesa dos EUA (180 mil cabeças, provindas de 630 empresas) é maior do que o de soldados (130 mil cabeças).

Então temos aqui um pequeno elemento de curiosidade e estranheza, que é o que costumo mostra nesse blog. Existem exércitos ocultos, que faturam em torno de CEM BILHÕES DE DÓLARES anuais para matar e efetuar serviços diversos, legitimados por contratos cujo teor passa longe dos olhos e das mentes dos contribuintes que estando contra ou a favor das guerras, financiam essas operações.

Ao que parece, a farta utilização dos exércitos secretos surgiu nos anos 90, durante a primeira Guerra do Golfo, quando Dick Cheney ocupou a secretaria de Defesa. Hoje, a empresa de maior porte – ao que se sabe oficialmente – é a Black Water.

Para quem não sabia até agora, a Blackwater é uma espécie de empresa, que cresceu fortemente em poderio e influência na última década, e cuja atuação não se restringe ao Iraque, atuando (oficialmente) em nove países. Só no Iraque, números não oficiais apontam para 18 mil homens da organização em atividade.

Mas o que a BlackWater faz?

A BlackWater faz todo o serviço “sujo” ou excessivamente secreto/sigiloso/bizarro/estranho que os militares de carreira não podem fazer. Um exemplo da ação da BlackWater no Iraque? Preparar atentados para provocar a violência sectária xiitas X sunitas.

De acordo com um relatório do Congresso dos Estados Unidos, a BlackWater esteve envolvida em nada menos que 195 tiroteios no Iraque desde 2005.

Segundo especialistas em defesa, a Blackwater tem uma divisão para praticamente qualquer atividade. Uma divisão de aviação – Aviation Worldwide ou Presidential Airways. A Aviation Worldwide conta hoje com mais de 40 aeronaves, destinado a operações de pouso em locais de difícil acesso (recentemente, o Brasil vendeu meia dúzia de Embraer EMB-314 Super Tucanos à Blackwater)

A empresa conta com uma divisão com atividades na Colômbia e em vários países – [Greystone], e uma divisão de “serviços de inteligência” – a Total Intelligence Solutions e tem também uma divisão responsável pelos serviços secretos que a companhia faz juntamente com a CIA, denominada Blackwater Select, segundo revelações do New York Times em 20 de agosto de 2009.

Segundo alguns conspiradores de plantão, a BlackWater seria um braço armado muito usado para operações de interceptação, retaliação e até resgate de… UFOS.

Seja isso realidade ou exagero, o fato real é que os homens da BlackWater não são nem civis e nem militares e, portanto, a empresa não pode ser processada por eventuais crimes cometidos, seja na justiça comum, seja na justiça militar. Este aparente limbo legal, propicia à BlackWater atuar com contundência e poderio necessários para derrubar governos, representando uma séria ameaça à democracia, não só americana como mundial.

Evidência disso é que seguranças da Blackwater que escoltavam um comboio americano atiraram e mataram 17 civis iraquianos. A despeito dos protestos e exigências do governo do Iraque para que fossem punidos, os homens da Blackwater estão livres e em atividade até hoje. Sequer responderam processos em Washington.

É natural que surja a questão: Se a BlackWater é tão poderosa e representa tanto perigo, por que os EUA a financia nos campos de batalha?

Basicamente, o uso dos exércitos mercenários traz consigo vantagens diversas. A maior delas é que suas baixas não são contabilizadas oficialmente. Logo, um soldado da BlackWater que for capturado e torturado nunca vai aparecer nas estatísticas, mas os homens que ele matar irão. Logo, em termos de números ( e Washington funciona com números) isso se mostra vantajoso. Já que o número de homens mortos e feridos é um dos mais fortes fatores que influencia a opinião pública norte-americana, usar soldados que morrem em silêncio, mesmo pagando caro, vale à pena, já que cada morte de mercenário poupa a vida de um soldado.

Em segundo lugar, a BlackWater participa de ações sigilosas em sua maioria. Oficialmente, 15% de todos os contratos dos EUA com a BlackWater são mantidos em segredo. São estes contratos sigilosos que estimulam a especulação e imaginação. Muitos sites conspiratórios apontam a empresa como principal detentora de contratos que visam a interceptação de Ufos, com os famosos helicópteros pretos de uso exclusivo militar sem numeração que aparecem em todo o mundo. Verdade ou não, os fatos conhecidos são que a grande maioria desses contratos são sigilosos por bons motivos. A maioria deles é que as missões ferem sumariamente às leis da Guerra e são contrárias a ética, infringindo inúmeros artigos de tratados dos quais os EUA são signatários.

Mas talvez o aspecto mais importante e que justifica a utilização da BlackWater é seu custo. Embora cada soldado da Blackwater ganhe muito mais do que um soldado normal e os contratos bilionários produzam lucros extraordinários para as empresas envolvidas, ainda assim o governo economiza muito, pois não precisa gastar nem um centavo com treinamento, aparelhamento, alimentação, transporte, alojamentos, hospitalização, remoção, assistência médica.

Ou seja, no cômputo geral, é bom negócio contar com mercenários altamente treinados. Quem chegou a esta conclusão foi a ONU que em 2007 estudou o caso em detalhes durante dois anos para então declarar que a utilização dos exércitos mercenários em questões políticas de conflitos era ilegal sob a lei internacional. Como sempre, os EUA deram de ombros e ignoraram solenemente às opiniões da ONU.

Sabe-se que a BlackWater e suas divisões continuam em ação em áreas de grande hostilidade, mas segundo às determinações internacionais, os homens da BlackWater não tem direito de serem protegidos durante ataques, e se forem capturados não terão cobertura das leis internacionais que tratam da tortura e outras determinações sobre a questão dos prisioneiros de guerra.

Analistas militares estimam que com o Governo Obama, as atividades da Blackwater irão se intensificar, na medida em que os militares de carreira vão sendo retirados do local do conflito.

Após uma série de abusos cometidos pelos homens da Blackwater e a conseqüente a perda de um contrato no Iraque, a empresa alterou seu nome para Xe. A mudança de nomes e marcas são uma estratégia comum de despiste. Atualmente existem uma série de novas empresas atuando no ramo. Algumas seriam de fachada, operando da mesma forma e com o mesmo “padrão de qualidade” da famosa BlackWater.

Em 2007, após uma controversa renovação do contrato com o governo dos EUA, a Blackwater mudou o logo. Isso não seria de se estranhar, afinal, empresas mudam suas marcas de tempos em tempos – tirando a Coca-Cola.

Mas neste caso, a mudança soa assustadora. A Blackwater USA (como era o nome original) se transformou em Blackwater Worldwide, mudança que marca o sucesso corporativo do negócio e a visão de futuro da empresa, que agora pretende agir globalmente. O que significa isso? Que esses homens fortemente armadaos e altamente treinados, superiores a praticamente qualquer exército, seja em armamento, seja em treinamento, seja em tecnologia, estarão disponíveis a quem puder pagar mais.

Recentemente, muitas pessoas ligadas a àrea da Defesa Nacional se viram às voltas com a sombra da BlackWater e da Halliburton no Brasil. Segundo o General Surval Nery, coordenador do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos, a Halliburton, companhia que originou a Blackwater, já se encontra no Brasil, fazendo a sehgurança de plataformas de petróleo pertencentes a empresas da família Bush. Curiosamente, esta informação surgiu no momento em que George Bush resolveu recriar a IV frota. A desicsão do governo dos Estados Unidos de recriar a IV Frota foi apresentada como destinada a proteger o livre fluxo do comércio nos mares da região. Obviamente, se alguém tem condições de proteger, tem condições de impedir esse fluxo comercial. A questão que fica é: Por que proteger o comércio de uma área que não vive situação de guerra? E isso quando o Brasil dá notícia da extensão das jazidas do pré-sal como uma das maiores de todo o mundo.

Ainda mais curioso é saber que um dos diretores da ANP é ex-diretor da Halliburton. Esta empresa, que está envolvida com o apoio logístico em todo o mundo no que diz respeito ao petróleo, principalmente no Iraque, mantém um de seus ex-diretores como diretor da ANP (Nelson Narciso Filho, indicado pelo presidente Lula e aprovado em sabatina no Senado). Esse homem tem acesso a dados secretos das jazidas de petróleo no Brasil. Lindo, não? (mais informações sobre a halliburton e a ANP aqui)

É bom lembrar que George Bush disse para a imprensa que ele não reconhece a soberania brasileira sobre as 200 milhas. Sabendo que o pré-sal ultrapassa as 200 milhas náuticas, e que segundo a ONU tudo que existe ali é para exploração econômica do Brasil, é suspeita a declaração do Bush. Por que o presidente norte-americano recria a IV Frota logo após não reconhecer nossa soberania? E qual a razão para manter um caro armamento militar composto de porta-aviões nucleares com 50, 60 e 100 aviões, navegando permanentemente nos mares do sul, comandados por Joseph Kernan, contra-almirante especializado em táticas de guerra submersa para uso “humanitário” – numa região que não necessita disso?

Evidente que tudo pode não passar de uma série mórbida de coincidências e exageros com claras intenções políticas. Será?

Mas a julgar pela história que precede a Halliburton e a Blackwater, o pessoal da inteligência brasileira devia ficar de olho aberto.

Fonte: http://www.mundogump.com.br/

Estava a muito tempo querendo postar sobre o Black Water, mas não tive a oportunidade de ler o livro ainda.

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Documentário: “Expulso” – Teoria da Evolução Refutada

27 27UTC Outubro 27UTC 2009

O resto está nesse canal.
Clique Aqui.

O Documentário fala de forma bem humilde e direta, como se fosse uma jornada de uma pessoa qualquer, ou de uma pessoa que se sente incomodada com a resposta da evolução, e tudo começa com a “expulsão”, ou demissões de professores ligados ao Deisgn Inteligente.
Apesar do modo patriota que é mostrado como os Eua sempre tiveram e valorizavam a liberdade de expressão e pensamento, o que considero errado, mas é costume dos americanos fazerem isso.
É mostrado como o Design inteligente pode ser uma resposta para a evolução, mas é uma resposta que não deixa dúvidas, pois substitui Deus em questão de escala. Pois assim como muitos crentes falam que Deus é a resposta para muita coisa desconhecida, com o DI é possivel explicar quase tudo desse assunto.
Por tanto peço pra quem veja, veja com a mente aberta, pois se for uma possibilidade, sendo que o paradigma(teoria da evolução) está errado ou incompleto, devemos ver outras opções.

Pra quem se interessa por mais teorias sobre o assunto:
saiba mais sobre Campos Morfogenéticos aqui.

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Manuscrito de Voynich: O livro mais misterioso do mundo

24 24UTC Outubro 24UTC 2009

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Foi descoberto em 1912 na Villa Mondragone, em Frascati, perto de Roma, aquilo que representa um dos maiores enigmas do mundo. Junto de outros livros, um manuscrito misterioso e de conteúdo indecifrável até os dias de hoje, vem desafiando pesquisadores em etmologia (estudo da formação dos idiomas) e cientistas em várias áreas.

Tudo teve início quando um comprador de antiguidades, o americano Wilfrid M. Voynich, adquiriu de um antigo colégio de jesuítas na Itália um estranho livro de caracteres indecifráveis até os tempos atuais, tendo em anexo uma carta com data de 1666 se referindo ao antigo proprietário do livro, o imperador Rodolfo II, da Boêmia (hoje região da Alemanha)

O livro estranho foi parar em Nova York depois de morte de Voynich e sua esposa. Por sua vez, o comprador, Hans P. Krauss, o doou para a biblioteca da Universidade de Yale.

O denominado “ Manuscrito de Voynich” tem 235 páginas contendo ilustrações de plantas desconhecidas, quase bizarras, e é escrito em um idioma desconhecido em toda a face da Terra. Há também espécies animais já extintas (?), imagens sobre os temas astronomia, anatomia, além de calendários e figuras de humanos. Há estranhos caracteres, ilustrações de flores e plantas nunca vistas e mulheres nuas que se divertem em banheiras conectadas a estranhos encanamentos.

Outros detalhes intrigantes do manuscrito são planilhas mostrando peças astronômicas vistas por um telescópio, ou ainda células vivas observadas por microscópio. Nas mesmas planilhas, um enigmático calendário com figuras, ou desconhecidos signos zodiacais.

As Várias Teorias

As teorias sobre o livro e sua escrita enigmática variam, desde fraude, ou uma brincadeira de quem pensava em intrigar a sociedade. Mas, de acordo com estudiosos, a repetição de determinados caracteres indicam uma espécie desconhecida de informação, e não uma brincadeira à base de rabiscos sem propósitos.

Outros passaram a acreditar que a escrita vinha de uma língua artificial. Mas, nem mesmo a língua “Ignota” criada por Hildegarde de Bingen se assemelhava aos caracteres do livro.

Quem tentou e quase conseguiu lançar uma luz sobre o assunto foi o botânico Hugh O’Neill, em 1944. Sua conclusão era a de que algumas daquelas plantas representavam espécies do Novo-Mundo, o que provocaria hipótese sobre a confecção do livro após o ano de 1492, data em que Cristóvão Colombo pisou na América trazendo sementes de girassol e pimenta.
Mas, nos desenhos, a pimenta é colorida em verde (ao invés de vermelha) e a identificação de um girassol nas ilustrações gerou dúvidas.

William Romaine Newbold causou outro alvoroço em 1919, ao anunciar que o livro era obra do filósofo inglês Roger Bacon e que o mesmo conhecia a utilização de telescópios e microscópios.
Sendo assim, de acordo com Newbold, Bacon conhecia a formação em espiral da vizinha galáxia de Andrômeda, bem como os micróbios, organismos invisíveis a olho nu, e ainda a formação do embrião partindo da união do espermatozoide e do óvulo..

O Mistério Continua

Parece ser uma espécie de manual ou almanaque voltado para botânica, astronomia e biologia, ou mesmo uma apostila com noções básicas de ciências naturais.

Durante a Segunda Guerra Mundial, peritos militares suspeitaram que o manuscrito pudesse representar informações sigilosas e de espionagem e tentaram destrinchar a inscrição toda mas não conseguiram encontrar uma fórmula para a decodificação do documento.

È de conhecimento público várias falsificações através da história, mas esse tipo de ato sempre buscou um ganho, uma vantagem. Mas , no caso do “Manuscrito de Voynich”, quem se interessaria em produzir trabalhosamente um enigma em mais de 230 páginas sem qualquer intento?

Uma enorme comunidade de cientista, composta de historiadores, bibliófilos, criptógrafos e linguistas, debruça sobre o pequeno livro de 18 por 23 centímetros de comprimento. No entanto, o mistério persiste.

Quem conseguir decifrar mais esse enigma da Terra, poderá entrar para a história.

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Documentário: Alienígenas Ancestrais

22 22UTC Outubro 22UTC 2009

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Sinopse :

E se a vida na Terra começou no espaço? Milhões de pessoas aceitam a teoria de que formas de vida inteligentes tem visitado a Terra há milhares de anos e eram adorados como deuses pelos homens primitivos. Monumentos como Stonehenge e a Ilha de Páscoa seriam os últimos resquícios de uma antiga civilização alienígena?

Baseado no controverso livro Eram Os Deuses Astronautas, de Erich Von Daniken, a teoria dos alienígenas ancestrais tem abalado as crenças no progresso da humanidade.

Desde inexplicáveis super estruturas, conhecimento do sistema solar, matemática avançadíssima, desenhos antigos de criaturas estranhas nas cavernas, restos de pistas de pouso no Peru e textos indígenas que descrevem máquinas voadoras dos deuses, até a capacidade dos antigos em produzir eletricidade, entre outros, são citados por Von Daniken como prova de que astronautas eram bem conhecidos dos nossos antepassados, e que a humanidade não evoluiu em isolamento, mas com ajuda de viajantes de outros mundos.

Produzido com a colaboração E PARTICIPAÇÃO exclusiva do próprio Von Daniken, Ancient Aliens busca explorar evidências da influência de super humanos sobre o homem e faz novas expedições, embarcando em uma busca ao redor do mundo para buscar e avaliar essas provas e tentar obter respostas, concentrando-se nas descobertas dos últimos 30 anos, incluindo a até então inexistente análise de DNA e recentes descobertas e decodificações de artefatos antigos encontrados no Egito, na Síria e Iraque (antiga Suméria), que podem conter a chave de muitas destas respostas.

Como todo bom documentário, em especial os do History Channel, assim como foi com o aclamado Nostradamus 2012, deste mesmo canal, Ancient Aliens não impõe, apenas sugere, e chama o espectador ao raciocínio, oferecendo, para isso, argumentos sólidos, prós e contras o tema abordado, para que cada um forme sua própria opinião.

Ancient Aliens é uma investigação equilibrada e imparcial de uma teoria, que alguns podem até achar que não seja verdade, mas a verdade mesmo é que ela não pode ser ignorada!

Informações Técnicas :

Título no Brasil: The History Channel – Alienígenas Ancestrais
Título Original: The History Channel – Ancient Aliens
País de Origem: EUA
Gênero: Documentário
Classificação etária:
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento: 2009
Estúdio/Distrib.:
Direção: Kevin Burns

Elenco :

Robert Clotworthy … … Narrador
George Noory George Noory
Erich von Däniken Erich von Däniken

Baixe por aqui.
LEGENDA

Obs: É o documentário que eu gostaria de ter feito. Tudo nesse blog tem como único objetivo abrir a mente e deixar entrar novas possibilidades e reinterpretações, essa documentário é a representação disso que venho dizendo.

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Equívocos sobre o Budismo

18 18UTC Outubro 18UTC 2009
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Se você quer milagres, não procure o buddhismo. O supremo milagre para o buddhismo é você lavar seu prato depois de comer.

Se você quer curar seu corpo físico, não procure o buddhismo. O buddhismo só cura os males de sua mente: ignorância, cólera e desejos desenfreados.

Se você quiser arranjar emprego ou melhorar sua situação financeira, não procure o buddhismo. Você se decepcionará, pois ele vai lhe falar sobre desapego em relação aos bens materiais. Não confunda, porém, desapego com renúncia.

Se você quer poderes sobrenaturais, não procure o buddhismo. Para o buddhismo, o maior poder sobrenatural é o triunfo sobre o egoísmo.

Se você quer triunfar sobre seus inimigos, não procure o buddhismo. Para o buddhismo, o único triunfo que conta é o do homem sobre si mesmo.

Se você quer a vida eterna em um paraíso de delícias, não procure o buddhismo, pois ele matará seu ego aqui e agora.

Se você quer massagear seu ego com poder, fama, elogios e outras vantagens, não procure o buddhismo. A casa de Buddha não é a casa da inflação dos egos.

Se você quer a proteção divina, não procure o buddhismo. Ele lhe ensinará que você só pode contar consigo mesmo.

Se você quer um caminho para Deus, não procure o buddhismo. Ele o lançará no vazio.

Se você quer alguém que perdoe suas falhas, deixando-o livre para errar de novo, não procure o buddhismo, pois ele lhe ensinará a implacável Lei de Causa e Efeito e a necessidade de uma autocrítica consciente e profunda.

Se você quer respostas cômodas e fáceis para suas indagações existenciais, não procure o buddhismo. Ele aumentará suas dúvidas.

Se você quer uma crença cega, não procure o buddhismo. Ele o ensinará a pensar com sua própria cabeça.

Se você é dos que acham que a verdade está nas escrituras, não procure o buddhismo. Ele lhe dirá que o papel é muito útil para limpar o lixo acumulado no intelecto.

Se você quer saber a verdade sobre os discos voadores ou sobre a civilização de Atlântida, não procure o buddhismo. Ele só revelará a verdade sobre você mesmo.

Se você quer se comunicar com espíritos, não procure o buddhismo. Ele só pode ensinar você a se comunicar com seu verdadeiro eu.

Se você quer conhecer suas encarnações passadas, não procure o buddhismo. Ele só pode lhe mostrar sua miséria presente.

Se você quer conhecer o futuro, não procure o buddhismo. Ele só vai lhe mandar prestar atenção a seus pés, enquanto você anda.

Se você quer ouvir palavras bonitas, não procure o buddhismo. Ele só tem o silêncio a lhe oferecer.

Se você quer ser sério e austero, não procure o buddhismo. Ele vai ensiná-lo a brincar e a se divertir.

Se você quer brincar e se divertir, não procure o buddhismo. Ele o ensinará a ser sério e austero.

Se você quer viver, não procure o buddhismo, pois ele o ensinará a morrer.

Se você quer morrer, não procure o buddhismo, pois ele o ensinará a viver.

Fonte: http://www.dharmanet.com.br/amitabha/equivocos.htm

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Deus não é o criador, afirma estudiosa da Bíblia

16 16UTC Outubro 16UTC 2009

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Uma respeitada estudiosa do Velho Testamento acredita que a visão de Deus como criador de todas as coisas é falsa, e que a Bíblia foi traduzida erroneamente durante milhares de anos. Ellen van Wolde, da Universidade de Radboud, na Holanda, afirma que a primeira frase da Bíblia, “No começo, Deus criou o Céu e a Terra”, não é uma tradução fiel do texto original, em hebreu.

Wolde afirma ter realizado uma análise textual que sugere que os escritores da Bíblia não tinham a intenção de afirmar que Deus criou o mundo – e que, de fato, a Terra já existia quando ele criou os humanos e os animais. A pesquisadora analisou os escritos originais do hebreu e colocou-os no contexto da Bíblia como um todo, e no contexto de outras histórias de criação da antiga Mesopotâmia.

Segundo a pesquisadora, a palavra “bara”, que aparece na frase, não significa “criar”, e sim “separar”, no sentido espacial. Deste modo, o significado original da frase seria “No início, Deus separou o Céu e a Terra”.

Wolde diz que sua análise mostra que o início da Bíblia não é o início dos tempos, e sim o início de uma narração. “A ideia da criação a partir do nada é um grande mal-entendido”, diz a pesquisadora.

http://hypescience.com/22537-deus-nao-e-o-criador-afirma-estudiosa-da-biblia/