Posts com Tag ‘budismo’

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Quietude = Estagnação ?

7 07UTC Novembro 07UTC 2009

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JAMAIS! Devo exclamar.

A sociedade hoje em dia implanta muitos desejos/necessidades nas pessoas, são ordens arremessadas no espaço, esperando um olhar desatento, um inconsciênte despoliciado.
A frase imperativa invadi sua mente, e sistematiza sua capacidades, as ordena de acordo com as vibrações externas.

Devemos dar uma olhada cirurgica em nossos atos e padrões de necessidades que temos, pois muitas delas são inuteis e fazemos apenas por costume.

E depois de nos analisarmos deverá surgir mais momentos sozinhos, sem ter o que fazer ao primeiro olhar. Mas quem disse que ficar um instante parado, fora dessa onda de ações e reações é ruim? Pelo contrário.
O que falta muito nas pessoas hoje em dia, é se conhecer. Principalmente na época do fim da adolescência e começo de faculdade ou 20 e poucos anos, as pessoas não tem tempo pra respirar, e nessa idade é quando enchergamos o mundo de uma maneira ímpar, que muitas vezes jamais irá voltar a acontecer.

Estar silenciado, na quietudade, significa alcançar a si mesmo, uma parte que a maior parte do tempo se encontra subjugada pelo caos e movimentação externa.

Ter contato com seu eu interior acontece quando somos criativos, quando temos um Salto Quântico de Criatividade como diria Amit Gowsami, ou Satori em japonês, ou Moksa como se diz na india. É fazer algo que realmente venha do seu interior, que ti represente totalmente e que seja tudo de uma vez.

Como antiagamente na época dos reinos na Europa, apenas o primeiro filho iria herdar o reino então os outros livros não tinham ocupação, e todos eles vendo sua falta de objetivo ou funcionalidade no reino acabavam virando cantores, músicos, pintores e dançarinos, artes que ao meu ver necessita de criatividade para se fazer bem. O que quero dizer é que a quietudade nos faz aprender e fazer coisas envolvidas muito mais com nós mesmo do que simplesmente fazer parte de alguma coisa grande apenas por Status ou Funcionalidade Social. Isso é o que mais é valorizado hoje em dia, como um dever vital que já nascemos encarregados de cumprir, e quem se desvia desse caminho programado é tido como Corrupto dos Padrões Sociais, ou seja vagabundo ou alguêm que não presta.

Muitas Pessoas tem medo do Projeto Vênus, ele é apresentado no documentário Zeitgeist 2 Addedum já postado aqui no Destruidor de Dogmas. E essas pessoas tem medo, pois numa sociadade que teoricamente se aproximaria da perfeição o que as pessoas fariam se não quisessem ser uteis? Pois você poderia trabalhar no que quiser, e se existisse muitas coisas que facilitassem a vida, como aparato automáticos e robóticos, o que um ser humano que não queira se engajar faria?

Veja que a história pode se repetir denovo, as pessoas com medo ainda não descobriram a quietude.

Silencie-se para descobrir quem és.

A catarse acontecerá uma hora ou outra.

E ela tem mão dupla.

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Equívocos sobre o Budismo

18 18UTC Outubro 18UTC 2009
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Se você quer milagres, não procure o buddhismo. O supremo milagre para o buddhismo é você lavar seu prato depois de comer.

Se você quer curar seu corpo físico, não procure o buddhismo. O buddhismo só cura os males de sua mente: ignorância, cólera e desejos desenfreados.

Se você quiser arranjar emprego ou melhorar sua situação financeira, não procure o buddhismo. Você se decepcionará, pois ele vai lhe falar sobre desapego em relação aos bens materiais. Não confunda, porém, desapego com renúncia.

Se você quer poderes sobrenaturais, não procure o buddhismo. Para o buddhismo, o maior poder sobrenatural é o triunfo sobre o egoísmo.

Se você quer triunfar sobre seus inimigos, não procure o buddhismo. Para o buddhismo, o único triunfo que conta é o do homem sobre si mesmo.

Se você quer a vida eterna em um paraíso de delícias, não procure o buddhismo, pois ele matará seu ego aqui e agora.

Se você quer massagear seu ego com poder, fama, elogios e outras vantagens, não procure o buddhismo. A casa de Buddha não é a casa da inflação dos egos.

Se você quer a proteção divina, não procure o buddhismo. Ele lhe ensinará que você só pode contar consigo mesmo.

Se você quer um caminho para Deus, não procure o buddhismo. Ele o lançará no vazio.

Se você quer alguém que perdoe suas falhas, deixando-o livre para errar de novo, não procure o buddhismo, pois ele lhe ensinará a implacável Lei de Causa e Efeito e a necessidade de uma autocrítica consciente e profunda.

Se você quer respostas cômodas e fáceis para suas indagações existenciais, não procure o buddhismo. Ele aumentará suas dúvidas.

Se você quer uma crença cega, não procure o buddhismo. Ele o ensinará a pensar com sua própria cabeça.

Se você é dos que acham que a verdade está nas escrituras, não procure o buddhismo. Ele lhe dirá que o papel é muito útil para limpar o lixo acumulado no intelecto.

Se você quer saber a verdade sobre os discos voadores ou sobre a civilização de Atlântida, não procure o buddhismo. Ele só revelará a verdade sobre você mesmo.

Se você quer se comunicar com espíritos, não procure o buddhismo. Ele só pode ensinar você a se comunicar com seu verdadeiro eu.

Se você quer conhecer suas encarnações passadas, não procure o buddhismo. Ele só pode lhe mostrar sua miséria presente.

Se você quer conhecer o futuro, não procure o buddhismo. Ele só vai lhe mandar prestar atenção a seus pés, enquanto você anda.

Se você quer ouvir palavras bonitas, não procure o buddhismo. Ele só tem o silêncio a lhe oferecer.

Se você quer ser sério e austero, não procure o buddhismo. Ele vai ensiná-lo a brincar e a se divertir.

Se você quer brincar e se divertir, não procure o buddhismo. Ele o ensinará a ser sério e austero.

Se você quer viver, não procure o buddhismo, pois ele o ensinará a morrer.

Se você quer morrer, não procure o buddhismo, pois ele o ensinará a viver.

Fonte: http://www.dharmanet.com.br/amitabha/equivocos.htm

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Teoria sobre a Iluminação

23 23UTC Junho 23UTC 2009

Dando a luz

Estava lendo um pouco sobre Tesla e me veio algo a cabeça.

O Sol emite luz para a terra em forma de energia eletro-magnética, em tudo há essa energia eletro-magnética. No rádio é usada altas frequências dessa energia, tornando-se invisível ao olho humano, mas essa energia liberada pelo Sol pode se transformar em um show de luzes, como a Aurora Boreal, graças ao campo Magnético da terra.
Agora vamos mudar de desenho. O cérebro também trabalha em níveis de frequência, sendo elas denominadas em letras gregas, como alfa, beta, teta por exemplo.
Mas agora imagine um ser que consiga utilizar de alta frequência no seu cérebro, se não me engano um físico concentrado em seu trabalho pode alcançar 30 hertz de atividade dentro de seu crânio, mas se isso fosse ultrapassado existe a teoria de que puderíamos ter o dom da telepatia, pois seria uma comunição em alta frequência invisível aos olhos, e se extenderia pelo ar, mas há talvez um outro fato que poderia acontecer…

Sua cabeça poderia brilhar.

como por exemplo: Jesus
Horus
Buda
Krishna
Zaratustra
e muitos outros

Claro, esse texto é totalmente especulativo, sendo a prova dele mesmo muito difícil de ser feita.

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Livros Sagrados.

12 12UTC Junho 12UTC 2009

Rosetta

Os livros Sagrados são muitos antigos, muitos deles são milenares e antes de serem escritos eram passados de boca a boca, mas o que tinham esses livros? eram simples histórias folclóricas visando explicar o inexplicável para a época? será que naquela época as pessoas eram inferior a nossa época atual? como então não desvendamos o que eles fizeram? como conseguiam decorar tamanhos livros para ser passado para a próxima geração?
Minha explicação para o momento, com base em pesquisa, não em achismo, a maioria dos livros sagrados eram feitos com rimas, para serem cantados ou facilmente decorados, mas com a tradução se perdeu isso.
Esses livros todos visam apenas uma coisa, ensinar/desvendar os segredos do mundo, a mecânica do universo, todos os livros também tem uma parte histórica a ser contada sobre o mundo antes e depois do dilúvio que segundo meus cálculos, foi a 30.000 a.c., pois foi a época do degelo(dilúvio). Eles também são guias espirituais, ou seja, guias para a iluminação, pois se acredita, e eu estou incluso nessa, de que a vida é um caminho para o aperfeiçoamento, e para que você aprenda isso, a mensagens estão codificadas, pois assim como usamos palavras diferentes para classificar muitas coisas, naquela época não se tinha tantas palavras e se usava uma para vários significados, por isso que não entendemos muitas partes da bíblia, porque o contexto foi perdido, e com certeza não vai ser um pastor que vai saber, pois é preciso pesquisa para saber a contextualização da época. Como por exemplo a palavra Dharma.
Muitas das coisas dos livros sagrados são criados para o entendimento da vida, não devemos tomar como verdade crua, pois como no caso do velho testamento e do novo, Deus no velho é um assassino, o Senhor dos exércitos, e no novo testamento ele já é bondoso e misericordioso. e Por que? O que eu pensa eram duas coisas, ou que Deus era um ser imaduro até porque não existia nada até ele criar, ou seja, sem experiência, mas isso seria muito estranho quando estamos falando de Deus, um ser personificado onipresente, a segunda coisa que pensava era que Reis ou Chefes religiosos da época usava de seu nome para bens próprios, por isso Deus teria uma face tão malígna, mas então descobri que nada disse estava certo, deveríamos dar mais crédito ao significado escondido no livro, e que Deus é linha dura no velho testamento porque é uma analogia com a mente humana, quando somos crianças nossos pais devem nos impor sua realidade e como funciona o mundo, para aprendermos e vivermos em harmonia, e depois quando já somos evoluídos intelectualmente podemos conversar de igual para igual com nossos pais, e adquirir sabedoria deles, através da conversa não da obrigação.
Assim como poucos sabem, mas o o Livro Salmos é um manual do Tarot.

Vou postar aqui textos sobre a história secreta de Jesus, ainda esse mês.

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Estou Preparado Para Morrer.

10 10UTC Maio 10UTC 2009

Boneco morto

…”Por que haveria Barefoot de te chamar de bodhisattva? O que é toda essa compaixão e sabedoria que tu tens? Tu atingiste o Nivarna e voltaste para auxiliar os outros é isso?
- Eu poderia ter atingido o Nivarna,- rectificou Bill. – Mas Recusei-o. Para voltar.
- Desculpa-me -disse, cansada.- Não compreendo de que é que estás a falar. Está bem?
Bill continuou:
- Voltei a este mundo. Do outro mundo. Por compaixão. Foi isso que aprendi lá no deserto, no Deserto do Mar Morto. – A voz dele era calma; o seu rosto mostrava uma calma profunda.- Foi isso que encontrei.
Fitei-o.
-Eu sou Tim Archer, voltei do outro lado. Para aqueles que amo.- E sorria, uma vasto e secreto sorriso.”

A Transmigração de Timothy Archer, Philip K. Dick pag. 182.
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O Significado de Bodhisattva

Esse sou eu e muitas outras pessoas, mas não literalmente, pois ainda não tive a oportunidade de largar a iluminação e apenas ajudar as pessoas a minha volt, mas é nessa mecânica em que me movimento, em que vivo, baseio meu caminho em 2 e futuramente em 3 dos modos de se iluminar, no conhecimento, atitude e logo mais a meditação, que na verdade não me sinto confiante o bastante para dizer que o faço, pois não tenho ritmo para ele ainda.
Quando eu tinha apenas 14 anos, eu era um crente, mas apenas acreditava em deus, na verdade como todo crente eu queria pedir coisas para a melhor qualidade de minha vida, mas muitas delas não conseguia, quase todas, e sempre tive essa vontade/missão interna de fazer diferença, ter um significado para o mundo, pois o único modo em que você fica eterno é nas idéias, a história de seus atos demorarão para se apagarem diferente de seu corpo. Como num ultimato, pensei, viver a vida, apenas por estar alí não sentido, tenho que ter uma significância mundial para mudar a cabeça das pessoas, e pedi a Deus que tomasse minha vida para salvar todas as outras.

Adivinhe o que aconteceu?

Logo após a oferta ignorada fui jogado numa onda de busca de informação quase infinita e no meio dela, ou ainda no começo me encontro aqui, depois de ser agnostico, ateu, e agora me considero um Politeosofista, inventei um termo para estudo dos deuses, Não acredito, e não condeno quem acredita, mas acho muito mais valioso você pegar a essência de todas do que se agarrar a uma incondicionalmente.

Seja Bodhisattva. Divulgue qualquer coisa que dê mais consciência para as pessoas.

Depois de 100 posts, esse é outro que tento explicar a filosofia de conduta desse blog que é reflexo direta da minha.

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Filme: Poder Além da Vida

3 03UTC Maio 03UTC 2009

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Análise do filme: O Poder Além da Vida (Peaceful Warrior- EUA/2006) por Marcio Kochhann.

O filme: “O poder além da vida”, propõe uma reflexão interior, partindo do principio de que a força de vontade, a fissura em determinado objetivo por mais inatingível que pareça, pode ser alcançado, basta acreditar e lutar sem fraquejar.
A força interior demonstrada através do personagem principal, representa-se com nome de “Sócrates”, o suposto homem sábio, mais velho, que é a caricatura do próprio personagem, porém mais experiente, como acredita-se que será no futuro.
O Sócrates, o eu do personagem, faz ele acreditar no poder do pensamento e mostra-se decisivo para que o personagem ganhe o tão sonhado troféu.
Neste sentido a mensagem final nos faz pensar em alguns fatores chaves:
a) O que realmente queremos da vida e o poder que temos agora?
Não basta acumularmos conhecimento é necessário sabedoria, pois sabedoria é colocar em prática o conhecimento.
b) O que podemos fazer para mergulharmos em nosso interior, nos auto-conhecer, para melhorar nossa vida? É necessário estarmos atentos para saber escutar e refletir sobre nossos atos.
c) A felicidade não se é obtida no final de uma conquista, mas sim durante seu desenrolar ou caminho.
É incrível como as experiências pelas quais somos submetidos ao longo da vida modificam nosso comportamento, sendo preciso uma derrota para se dar valor ao todo.
d) Todos temos em nosso interior, um gigante em potencial adormecido, o nosso espírito humano de superação, basta acreditarmos e libertá-lo, sendo 100% decidido no que fazemos e acreditando sempre que podemos ir além.
Retirado do site: http://www.via6.com/topico.php?cid=10054&tid=184411

Adiciono aqui algumas frases retiradas do filme:
“Todos lhe dizem o que fazer e o que é bom pra você. Não querem que você encontre suas próprias respostas. Querem que você acredite nas respostas deles. Pare de escutar os outros e ouça o que tem no seu interior.”

“As pessoas temem o que há por dentro. Mas é o único lugar onde encontrarão respostas”.

“As pessoas não são o que elas pensam.”

“O hábito é um problema. Só precisa estar consciente de suas escolhas e ser responsável por seus atos.”

“Retire seu lixo mental. Ele atrapalha o que realmente importa: o aqui e agora.”

“Não existe tristeza na morte, há tristeza em quem não aproveita a vida.”

Fonte: http://www.pensar21.com.br/2009/04/poder-alem-da-vida/

Comentário:
Esse é o primeiro filme, não documentário que posto aqui, pois esse filme reflete a verdadeira jornada da sabedoria, com muito conhecimento sobre o reiki, yoga, e sabedoria em si, esse filme com certeza está no Top 10 de qualquer pessoa que busque o invisível, o sutil, a sabedoria semi transparente. É a história de qualquer pessoa que vem a um blog como esse, que faz um blog como esse.

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Auto-Cura

19 19UTC Abril 19UTC 2009

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A Auto-cura muitas vezes é questionada com relação a sua atenticidade ou fonte de poder, gostaria de começar esse texto relatando a situação médica hoje em dia, que em uma pesquisa feita por um médico britãnico sobre os médicos de seu país diz que quase 70% dos diagnósticos são imprecisos ou errados. Todos sabemos os milhares erros feitos por médicos mal preparados, e isso muitas vezes não é culpa deles e sim do sistema precário e se me permite a comparação, sistema “fast-food” que há nos hospitais, onde não há uma conversa entre paciente e médico, apenas análise física, muita gente já sabe, mas não o suficiente, que muitas doenças são criadas/pioradas pelo estado emocional da pessoa, falando de um modo energético, se fosse tirado uma foto da campo-magnético(aura) da pessoa veria certas partes mais escuras, fruto de desiquilibrio psicologico/emocional.
Como vimos em outro post, o corpo sutil “comanda” o corpo físico, ou seja se está mal da cabeça, ergo estará do corpo, o sutil é o alicerce do ser com todo.
A auto-cura tem muitas explicações, a mais conhecida é o efeito placebo, o que se pensarmos bem se aplica perfeitamente a esse esquema de causa e efeito, na cultura indiana existe algo no yoga chamado Pranayama, que seria o equilíbrio através da respiração, através do controle do Prana(conhecido também como energia, ki, chi, nefesh, espírito santo e ká). Com a mente e corpo em equilibrio através da meditação, não apenas do modo clássico, sentado e de olhos fechados, mas concentrado e não deixando coisas fúteis ti destrair ou estragar seu dia, sendo mais compreensivo e procurando a felicidade por trás da escuridão de imagens atiradas contra nós todo dia.
Muitas pessoas usam fatores externos para se curar, como a homeopatia, que seria você tomar uma substãncia diluído em água, e quanto mais for diluído(nesse processo é sacudido com as mãos para melhor mistura) mais forte será o efeito, claro algumas vezes é efeito placebo e também o fator pode ser a atenção especial que o homeopata trata seu paciente, procurando tranquilizá-lo e achar soluções para sua vida, um pouco como um psicoterapeuta. Estado emocional interefe muito na qualidade de vida como sabemos, pessoas felizes tem tendência a viver mais, vegetarianos tem tendência a viver mais, mesmo sem a fonte proteínas que todos pensam ser tão essêncial, quando na verdade foi descoberto numa pesquisa que o que mais importa é a satisfação em comer o que se come do que a quantidade de vitaminas e nutrientes.
Devemos repensar as informações adquiridas, ter mais consciência e compaixão, antes da doença aparecer no corpo físico aparece uma mancha escura no campo-magnético a nosso redor.
Pois quando se molha o teto demorará pouco para molhar o chão também.

Video de Richard Dawkins tentando demitificar a homeopatia.
Deepak Chopra é o autor do livro a Cura Quântica.
http://www.youtube.com/watch?v=Z-FaXD_igv4

Fonte: Wilheim Reich
Amit Goswami
Deepak Chopra

Nota Destruidor de Dogmas: As pessoas não costumam acreditar em algo a não ser que a tenham visto ou experimentado, infelizmente ou felizmente os fenômenos de cura são apenas auto-experimentaváveis, ou seja, você tem que experimentar se quiser sentir isso, já que muitos não acreditam em números quando se trata de algo que não é divulgado pela mídia.
Eu, Marcos Paulo Gomides Abe desde os 15 anos tomo banho gelado quase todos os dias, pois acredito que irá fortalecer meu espírito, ergo meu corpo, hoje estou a 6 anos sem ficar nem ao menos resfriado. Tudo graças a determinação de um estado que quero ficar e negação da doença, uma vez que ela vem apenas da mente, e pode se esvair por ela mesma.

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Instalações de Sonhos em Você

31 31UTC Março 31UTC 2009

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Lá vai um conto.

O mulá Nasruddin estava sob a luz da rua, procurando freneticamente alguma coisa. Um transeunte lhe perguntou ” O que está procurando, mulá?”
“Perdi minha chace; estou procurando minha chave”, resmungou o mulá.
O transeunte comecçou a procurar também. O tempo foi passando. “Onde perdeu sua chave, mulá?”, perguntou ele.
“Na minha casa”, disse o mulá.
“Então por que está procurando aqui, seu tolo?!”, gritou o homem, exasperado.
“Há mais luz aqui”, apontou calmamente o mulá.
Há mais “luz” no mundo exterior dos estímulos sensoriais, e por isso nós procuramos e a felicidade ali. Mas a verdadeira fonte de toda a felicidade encontra-se dentro, com o eu quântico, e além, em turiya – a consciência em si mesma.

Fonte: A Janela Visionária, pág. 214 2º parágrafo de Amit Goswami.

O que desejamos muitas vezes são implementações de necessidades e sonhos da filosofia social atual, a maioria das pessoas sente um vazio naquilo que busca, naquilo que trabalha, se é que faz algo/busca algo, as opções são quadradas e suas variantes de ângulos retos, enquanto nós deveríamos viver num espiral de realizações, incabível para esse sistema de crenças e engajamentos.

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Vida Após a Vida

31 31UTC Março 31UTC 2009

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DOWNLOAD: http://www.megaupload.com/?d=AIH73FEW

Este vídeo foi elaborado com os 6 maiores/melhores casos de EQM (EXPERIÊNCIA DE QUASE-MORTE)
Conheça este vídeo e saiba se há realmente vida após a morte.
paz!
“Excelente documentário científico, lançado no Brasil em 1995, baseado no livro Life After Life (Vida Depois da Vida), best-seller mundial, com mais de sete milhões de exemplares vendidos, de autoria do psiquiatra norte-americano Dr. Raymond A. Moody Jr. (Ver “Visões da Vida Depois da Morte”, Anuário Espírita 1993, pp. 221/230). E é o próprio Dr.. Raymond que apresenta, neste vídeo, seus comentários e entrevistas com seis pessoas que sobreviveram à morte clínica e trouxeram extraordinárias experiências do “outro lado” da vida.
Antes da apresentação do filme, é feita esta importante observação: “As histórias que você vai ouvir são narradas por aqueles que realmente as vivenciaram. Não são dramatizações, mais seis relatos autênticos tirados dos dois mil casos estudados sobre a experiência da semimorte.”

Nota do Destruidor de Dogmas: Para melhor compreendermos essa fenômeno que ocorre com frequência, mas poucas pessoas acreditam por ser algo apenas auto-experimentado, tudo em terceira pessoa parece duvidoso. Mas agora imagine, foram algumas milhares de pessoas que voltaram desse tunel, muito pouco ao ponto de vista mundial, imagine quantas não seguiram até o final.
E esse documentário confirma que temos nossas consciências conectadas umas com as outras, mas mais conectadas com aquelas que temos mais contato/afinidade, aquelas que pensam na gente, e que um pequeno ato para você tem um valor inestimável para a pessoa que o recebe, portanto, não se menospreze.

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O Verdadeiro Significado do Dharma de Buda

23 23UTC Março 23UTC 2009

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Por Rodney Downey (Budismo Zen coreano)

Gostaria de começar falando sobre alguns enganos que temos a respeito do Dharma do Buda, os quais são muito comuns em todo o mundo ocidental, e mesmo no Oriente. A causa desses enganos tem a ver com palavras e com aquilo que elas significam.

Hoje, no café da manhã, eu comi bolo. E ontem eu aprendi que existe uma expressão em português: Quando você vai se encontrar com uma pessoa e ela não comparece, diz-se que você “ganhou um bolo”. Imaginem que daqui a 500 anos, um arqueólogo encontre um diário de anotações de um brasileiro. Lá é dito: “Eu fui encontrar com Paulo e ganhei um bolo”. O tradutor diria que eles comeram um bolo juntos! Esta é a armadilha das palavras, as quais têm um significado para uma época e cultura em particular. O mesmo se dá com alguns dos ensinamentos do Buda.

Consideremos as Quatro Nobres Verdades, as quais estão no centro do ensinamento do Buda. A tradução usual das Quatro Nobres Verdades é: “A vida é sofrimento; a causa do sofrimento é o desejo; a cessação do sofrimento é se ver livre do desejo; o modo de fazê-lo é o Caminho Óctuplo”.

Isto está correto? De modo algum! Isto não é o que o Buda falou. Este é o problema! Vamos começar com a Primeira Nobre Verdade, que é sempre traduzida como “A vida é sofrimento”. Mas que coisa horrível! Veja a vida! É uma força excitante e de grande diversidade, de inacreditável deleite. Por que, então, é traduzido como a vida é sofrimento?

Vamos examinar a língua em que o Buda falava. O Buda disse, de fato, que a vida é dukkha. Esta palavra sempre é traduzida como sofrimento, mas isso não é de modo algum o que significa. A raiz de dukkha é duk, e significa “eixo”. Veja a época do Buda: A forma mais complexa de transporte era uma carroça; era uma carroça de madeira, como é na Índia ainda hoje, com um eixo de madeira unindo duas rodas também de madeira, e puxada por búfalos.

A palavra dukkha significava o eixo que está fora do prumo, que está fora de alinhamento. Imaginem o sofrimento de uma pessoa sentada nessa carroça, a força que os búfalos devem fazer e, ao invés da carroça seguir suavemente, ela está fora do eixo, desalinhada.

Então, Buda fala sobre a vida – a vida de todos nós – usando o exemplo da carroça que tem seu eixo fora de alinhamento. Ele diz que nossas vidas estão fora de equilíbrio. E é esse desequilíbrio que leva ao sofrimento. Ele nunca disse que a vida é sofrimento. Este é um ponto muito importante. Nossas vidas estão fora de equilíbrio, ou, como os chineses falariam, não está fluindo junto com o Tao. Ambas as expressões significam a mesma coisa. Esta é a Primeira Nobre Verdade.

A Segunda Nobre Verdade se refere à razão da vida ser assim, e isso é geralmente traduzido como desejo. Mas nós teríamos uma vida muito estranha se não tivéssemos desejos. Não é o que o Buda falou. A palavra que o Buda usou foi trishna e significa “sede”. Nas palavras do próprio Buda isso foi descrito: “É como um homem vagando no deserto por muitos dias, sedento por água”. Isso também é a sede do “eu quero” e do “eu não quero”, e é por isto que todos nós sofremos.

O que é este “eu quero” e “eu não quero”? O que isso indica? Significa que não estamos satisfeitos com este momento, “agora”. Porque se estivéssemos “aqui” (Rodney bate no chão), não haveria “querer” nem “não querer”. Simplesmente haveria este momento, agora. O Buda, utilizando-se deste exemplo, estava dizendo: “Esteja com este momento”. O momento em que você quer ou não quer é o momento em que você deixa o agora, o momento presente, e aí, então, isso leva ao sofrimento.

Então, esse desequilíbrio que temos faz com que nunca estejamos no momento e, não estando no momento, isso leva ao sofrimento. É muito simples. Agora você pode examinar a sua própria vida a partir dessas palavras.

Mas o Buda não parou por aí. Ele nos deu uma cura para este “não estar no momento”, este sofrimento. Esta cura é a Terceira Nobre Verdade, que é a verdade mais mal entendida de todas.

Ele fala do Nirvana ou Nibbana, que é uma palavra que é usada em todas as línguas nos dias de hoje, mas ninguém sabe o que significa. A palavra é muito simples. Significa expirar, apagar – como apagar uma vela. Muito simples! O Buda apenas usava palavras simples, mas mesmo assim elas foram totalmente mal compreendidas, porque geralmente ela é traduzida como extinção do desejo. Correto? Não significa de modo algum isto.

No tempo do Buda, a palavra nirvana, apagar, significava simplesmente isto: apagar. Mas havia uma grande diferença. De acordo com a ciência e a filosofia do Vedanta, quando você apaga uma chama, como em uma vela ou em uma lâmpada de óleo, você diz que a chama ficou livre. Quando você acende uma vela, você captura a chama, como se a colocasse numa gaiola. Então, em “nossa” idéia de apagar uma vela nós dizemos “extinguir” ou “matar”; mas, na época do Buda, apagar uma chama significava libertá-la. Da mesma forma como seu “bolo”; coisas completamente diferentes!

Então, o Buda nunca disse algo como matar os seus desejos; ele falava da libertação ou liberdade deste apego ao “eu quero” ou “eu não quero”. Quando você abandona isso, então a sua vida entra num equilíbrio. Aí, então, você está completamente livre. Este é um ensinamento maravilhoso, porque ele é prático e você pode vê-lo em sua própria vida.

Se você sempre está no momento, você não pode sofrer, você está livre para ir para o próximo momento, livre para seguir para o próximo momento, sempre totalmente livre, sem estar preso no “eu quero” ou “eu não quero”. E é isso que o Buda ensinava. Ele, então, nos deu o Caminho Óctuplo como uma forma de alcançar isso. Da mesma forma como as pessoas dizem hoje: “Como eu posso levar esta prática para a minha vida?”, o Buda nos deu a resposta. É o Caminho Óctuplo: A Compreensão Correta, o Pensamento Correto, a Linguagem Correta, a Ação Correta, os Meios de Vida Correto, o Esforço Correto, a Vigilância Correta, a Concentração Correta. Mas cuidado com a palavra “correto”, porque “correto” implica que há um “errado”, e o Buda não usava a palavra desta forma; o Buda não falava desde um ponto de vista dualista.

Uma palavra melhor do que “correto” é “apropriado”. Linguagem Apropriada, Pensamento Apropriado, Compreensão Apropriada, etc. Vamos, então, apenas examinar um desses fatores, utilizando a palavra “apropriada” ao invés de “correta”. Linguagem Apropriada significa não falar mal de uma outra pessoa, não utilizar palavras para se mostrar, não utilizar palavras para sugerir algo que não é correto. Há muitos exemplos em suas vidas. Simplesmente falar demais é uma linguagem inapropriada. Podemos falar que ler demais também é uma linguagem inapropriada, ou ver televisão demais também seria linguagem inapropriada.

O que o Buda quis fazer ao ensinar sobre essas várias ações não apropriadas foi nos dar um instrumento para examinarmos as nossas próprias vidas. O que significa “apropriado” em termos de nossa vida? Significa Linguagem, Ação e Pensamento que nos ajudam a nos livrarmos de nosso desequilíbrio, de nosso dukkha.

O Caminho Óctuplo usado apropriadamente irá nos ajudar a colocar a nossa vida em equilíbrio. Isso não é algum ensinamento esotérico, nem aquilo que freqüentemente acontece no ensinamento mal compreendido sobre o que o Buda ensinou.

As Quatro Nobres Verdades são muito práticas, baseadas na vida real. É um ensinamento sobre como viver a sua vida. E posso assegurar a vocês, que se lerem qualquer ensinamento do Buda que parecer muito distante de sua vida agora, isso é uma tradução ruim. Porque o Buda era um homem prático e inteligente, que olhava profundamente para o que fazemos conosco. A partir daí, ele nos ofereceu um modo de sair disso. Espero que isso que falei sobre as Quatro Nobres Verdades tenha lançado um pouco de luz. Muito obrigado!

Tradução: Ricardo Sasaki & Rosana Lucas
Editor da palestra oral: Ricardo Sasaki
Fonte: Soto Zen Curitiba

SAIBA MAIS:

O termo pali “dukkha” tem geralmente três significados:

1)Dukkha-dukkha, literalmente, sofrimento-sofrimento. Um dos significados da repetição de uma palavra em pali é para dar ênfase. Dukkha-dukkha é o sofrimento real como a dor física ou dor mental. A enfermidade, a velhice, a morte estão incluídos neste tipo de sofrimento.

2)Viparinama-dukkha, sofrimento como mudança. Aqui se incluem os estados de felicidade. Não porque os estados de felicidade sejam em si mesmos sofrimento, mas sim por sua transitoriedade.

3)Sankhara-dukkha, sofrimento do condicionado. Quando Buddha diz que os cinco agregados do apego são sofrimento está referindo-se ao sofrimento do condicionado, ao sofrimento daquilo que é produzido por causas. Os cinco agregados são produto de causas, são condicionados. E tudo aquilo que é condicionado é sofrimento. De acordo com o Buddhismo tudo que seja condicionado está sujeito ao surgir e ao cessar.

Fonte: Nalanda Curitiba

De uma maneira geral, dukkha diz respeito ao nosso condicionamento de vida dentro de experiências cíclicas, onde nos alternamos entre boas experiências (felicidade) e más experiências (sofrimento). Todos os seres buscam a felicidade e procuram se afastar do sofrimento, no entanto nessa busca de felicidade e dentro da própria felicidade encontrada estão as sementes de sofrimentos futuros.

Podemos pensar da seguinte maneira: sofremos porque não temos algo; sofremos porque conseguimos algo e temos medo de perder; sofremos porque temos algo que parecia bom, mas agora não é tão bom assim; e sofremos porque temos algo que queremos nos livrar e não conseguimos. Podemos ver então que mesmo que tenhamos sucesso na nossa experiência de felicidade, ela mesmo pode se tornar causa de uma experiência de sofrimento.

Além disso, as experiências são impermanentes, as idéias, os conceitos, os pensamentos, todos são impermanentes, mudam. Por isso dentro da experiência de felicidade existe a causa de uma experiência de sofrimento, pois ela também é impermanente e irá mudar.

Então, dukkha representa todo esse ciclo, e a insatisfação que nunca será saciada enquanto seguirmos esse ciclo.

Fonte: Wikipedia
fonte: Saindo da Matrix