Posts com Tag ‘deus’

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Como Fazer Alguém Virar Ateu?

6 06UTC Setembro 06UTC 2009

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Como Fazer Alguém Virar Ateu?

Frequentemente ouço isso, antigamente me perguntava isso também.

Fazia esquemas, juntava argumentos imaturos usando a bíblia como fonte, e as contradições dela e das pessoas que pensam viver segundo sua palavra.

Um ateu nasce de uma revolta para com o sistema religioso que nos envolve hoje, pela descrença nas divindidades, por um simples trauma ou por ter uma falsa idéia que é o mais lógico não acreditar em Deus e tirar o crédito de milhares de anos de sabedoria escrita em todas as religiões.
Ser ateu é apenas o outro lado da moeda, é ser tão cego quanto um crente fanático, devemos como diria Buda, ” Seguir o caminho do meio”. pois apenas com o equilíbrio é que se consegue viver feliz e em harmonia.
Mas o que venho falar aqui na verdade não são palavras zen apenas, e sim mostrar uma outra razão por trás das crenças religiosas.

Ateus geralmente estudam bastante as ciências para ter argumentos contra religiosos, mas esquecem um fator muito importante, “Como viver a vida?”. Qual seria a importância de saber, ou pensar saber, sobre todas as ciências e esquecer de como se comportar, como tratar as pessoas, como respeitar? Além de estudarem algo totalmente distorcido como é a ciência hoje em dia, pois me responda uma coisa, você leitor, acreditar em algo sem você mesmo ter tirado de veracidade dela, é ter naquele que dizem que é certo, e isso se assemelha muito ao que as pessoas religiosas fazem, mas existe uma diferença, e claro existem exceções em todos os casos, uma pessoa que procura Deus não como fim, mas como meio, é muito tranquila e geralmente está feliz, sim, muitas vezes isso é uma felicidade ilusória passada pela igreja, mas ela encontra tranquilidade, e existem muitas pessoas sábias e inteligientes que gostariam de acreditar ou acreditam, e a bíblia foi a primeira experiência e a mais próxima que apareceu para eles.

O que eu quero dizer na realidade é, de que adianta tentar converter um religioso, mostrar as “falhas” ou “má compreensões” de seus ensinamentos se ela vive tranquilamente, tem gente que não está preparado para ouvir certas coisas, e existem pessoas que precisam de certezas para viver suas vidas, como crentes e ateus, já outras apenas vivem, como os agnósticos, e na realidade é isso que importa, é o jeito que você vive a vida.

Se tudo fosse destruido, e nada sobrasse do mundo, você ateu ia ser uma pessoa melhor que um religioso? Essa é a questão, crenças as vezes ajudam as pessoas a se tornarem melhores.

Tem uma frase da bíblia que me lembro, “os justos terão o caminho eterno”, algo parecido.
E com certeza é nisso que devemos nos focar.

Não tente converter ninguém, tente compreendê-lo.

Como no Episódio de South Park que serve para tirar uma dos Mormons, mas no final eles mostram essa visão que tenho.
Baixe por aqui.

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Documentário: Eram os Deuses Astronautas Pt

31 31UTC Julho 31UTC 2009

Eram os Deuses astronautas

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7

Sinopse:
Eram os Deuses Astronautas? (Chariots of the Gods?, em inglês) é um livro escrito em 1968 pelo suíço Erich von Däniken, onde o autor especula a possibilidade das antigas civilizações terrestres serem resultados de alienígenas que para cá teriam se deslocado.

Von Däniken apresentou como provas as confusas coincidências entre as colossais pirâmides egípcias e incas, as quilométricas linhas de Nazca, os misteriosos moais da Ilha de Páscoa, entre outras maravilhas do planeta. Ele também cria uma certa teoria de cruzamentos entre os extraterrestres e espécies primatas, gerando a espécie humana.

Dizia o autor também que esses extraterrestres eram considerados divindades pelos antigos povos: daí vem a explicação do título do livro.

Por seu incrível poder de persuasão, unido à época lançada – um ano antes do homem ir à Lua -, von Däniken conseguiu vender milhares de livros e convencer muitos leitores. As teorias defendidas neste e em outros livros de Däniken ainda são tema de discussão, leiga ou acadêmica, contrária ou favorável. Alguns autores exploram o tema da teoria dos astronautas antigos.

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A Verdade Sobre a Igreja Universal.

17 17UTC Julho 17UTC 2009

Edir Macedo – Rede Globo – Denuncia

O Encosto

Resumo de artigo da Revista Época:

Nas sessões de descarrego da Igreja Universal, o fiel em transe é levado ao púlpito. O pastor puxa o seguidor pelos cabelos e interroga o suposto espírito diante de uma platéia extasiada. Em pleno horário nobre da televisão, demônios e almas de má índole estrelam uma estranha atração, com ares de reality show. O programa Coisas da Vida exibe cenas super-realistas captadas em cultos da Igreja Universal do Reino de Deus.

Dramas de toda sorte – martela o programa – são causados por encostos’, almas penadas que, segundo os ditames das religiões afro-brasileiras, têm o dom de entravar a vida das pessoas. Provocam de tudo: de dores de cabeça e crises de depressão a ataques de formigas na cozinha. Às vezes, a retórica fica ainda mais macabra. Em vez de encostos, exibe-se o que seria a manifestação do próprio demônio.

“As pessoas são sugestionadas pela voz autoritária do pastor até atingirem uma espécie de estado hipnótico”, diz a psicóloga paulista Denise Ramos. A repetição das orações em voz alta, de olhos fechados, conhecida pela medicina como respiração alotrópica, produz um fenômeno de superoxigenação no cérebro. O resultado é um rebaixamento dos níveis de consciência. Quem está no meio de um agrupamento tomado pela euforia tende a se deixar contaminar pela emoção. Há um mecanismo do sistema límbico do cérebro, o mais básico da área nervosa, que induz a pessoa a se comportar segundo as atitudes da multidão que a cerca. “É por isso que choramos em comícios ao ouvir o Hino Nacional”, compara Denise.

A gritaria dos milhares de fiéis que participam das sessões de descarrego contagia quem está lá carregando conflitos psicológicos. “O povão não tem acesso à psicanálise. As pessoas procuram esses cultos populares para aplacar seu inferno interior”, diz o pastor Mozart Noronha, da Igreja Luterana do Brasil.

Para evocar os demônios, os pastores fazem orações repetitivas. A mente humana tende a aceitar como verdadeiras as frases proferidas sucessivamente, em tom de autoridade e num ambiente emocional. Os obreiros apertam e balançam a cabeça ou o corpo do fiel em movimentos circulares. A tontura e a falta de apoio no chão são fatores que induzem o transe. O burburinho das pessoas rezando e gritando rebaixa os níveis de consciência de fiéis suscetíveis. Quem está no meio de uma multidão é influenciado pelas emoções dos indivíduos ao redor. Em algumas igrejas, junto com a música, são reproduzidas gravações de gritos e sons de assombração. Esses ruídos estimulam o inconsciente das pessoas em transe a considerar real aquela manifestação.

Fonte: www.saindodamatrix.com.br

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Em minha adolescência cheguei a ir em muitas igrejas, e posso confirmar todos esses fatos, até a música macabra que serve para dar ambiência ao sofrimento e energia negativa presente na igreja.
Devo dizer que todos os sentidos e o psicológico da pessoa afetam a cor e intensidade de seu campo eletromagnético, podendo ele em si ser o catalisador da transformação psiquica para o endemoniado.
Esses pastores sabem menos que padres sobre a bíblia fazendo interpretações infatis sobre as histórias da bíblia. Muitos deles são ignorantes, não tendo terminado nem os estudos, pois para ser pastor não há necessidade de cultura.
E em visitas a igrejas e questionamentos feitos por mim achei uma resposta que domina a pergunta: “Por que exigir desapego das pessoas se você mesmo está lucrando muito com isso?”.
A resposta para isso pode parecer uma declaração de hipocrisia eminente, mas não é o que acontece. Os pastores interpretando de forma materialista a frase da bíblia que diz que os seguidores de Deus serão ricos. Nunca se perguntaram do que serão ricos, ou melhor, não ousam largar o comodismo de sua situação e se auto-questionar, é arriscado demais.

BlogBlogs.Com.Br

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Teoria sobre a Iluminação

23 23UTC Junho 23UTC 2009

Dando a luz

Estava lendo um pouco sobre Tesla e me veio algo a cabeça.

O Sol emite luz para a terra em forma de energia eletro-magnética, em tudo há essa energia eletro-magnética. No rádio é usada altas frequências dessa energia, tornando-se invisível ao olho humano, mas essa energia liberada pelo Sol pode se transformar em um show de luzes, como a Aurora Boreal, graças ao campo Magnético da terra.
Agora vamos mudar de desenho. O cérebro também trabalha em níveis de frequência, sendo elas denominadas em letras gregas, como alfa, beta, teta por exemplo.
Mas agora imagine um ser que consiga utilizar de alta frequência no seu cérebro, se não me engano um físico concentrado em seu trabalho pode alcançar 30 hertz de atividade dentro de seu crânio, mas se isso fosse ultrapassado existe a teoria de que puderíamos ter o dom da telepatia, pois seria uma comunição em alta frequência invisível aos olhos, e se extenderia pelo ar, mas há talvez um outro fato que poderia acontecer…

Sua cabeça poderia brilhar.

como por exemplo: Jesus
Horus
Buda
Krishna
Zaratustra
e muitos outros

Claro, esse texto é totalmente especulativo, sendo a prova dele mesmo muito difícil de ser feita.

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Livros Sagrados.

12 12UTC Junho 12UTC 2009

Rosetta

Os livros Sagrados são muitos antigos, muitos deles são milenares e antes de serem escritos eram passados de boca a boca, mas o que tinham esses livros? eram simples histórias folclóricas visando explicar o inexplicável para a época? será que naquela época as pessoas eram inferior a nossa época atual? como então não desvendamos o que eles fizeram? como conseguiam decorar tamanhos livros para ser passado para a próxima geração?
Minha explicação para o momento, com base em pesquisa, não em achismo, a maioria dos livros sagrados eram feitos com rimas, para serem cantados ou facilmente decorados, mas com a tradução se perdeu isso.
Esses livros todos visam apenas uma coisa, ensinar/desvendar os segredos do mundo, a mecânica do universo, todos os livros também tem uma parte histórica a ser contada sobre o mundo antes e depois do dilúvio que segundo meus cálculos, foi a 30.000 a.c., pois foi a época do degelo(dilúvio). Eles também são guias espirituais, ou seja, guias para a iluminação, pois se acredita, e eu estou incluso nessa, de que a vida é um caminho para o aperfeiçoamento, e para que você aprenda isso, a mensagens estão codificadas, pois assim como usamos palavras diferentes para classificar muitas coisas, naquela época não se tinha tantas palavras e se usava uma para vários significados, por isso que não entendemos muitas partes da bíblia, porque o contexto foi perdido, e com certeza não vai ser um pastor que vai saber, pois é preciso pesquisa para saber a contextualização da época. Como por exemplo a palavra Dharma.
Muitas das coisas dos livros sagrados são criados para o entendimento da vida, não devemos tomar como verdade crua, pois como no caso do velho testamento e do novo, Deus no velho é um assassino, o Senhor dos exércitos, e no novo testamento ele já é bondoso e misericordioso. e Por que? O que eu pensa eram duas coisas, ou que Deus era um ser imaduro até porque não existia nada até ele criar, ou seja, sem experiência, mas isso seria muito estranho quando estamos falando de Deus, um ser personificado onipresente, a segunda coisa que pensava era que Reis ou Chefes religiosos da época usava de seu nome para bens próprios, por isso Deus teria uma face tão malígna, mas então descobri que nada disse estava certo, deveríamos dar mais crédito ao significado escondido no livro, e que Deus é linha dura no velho testamento porque é uma analogia com a mente humana, quando somos crianças nossos pais devem nos impor sua realidade e como funciona o mundo, para aprendermos e vivermos em harmonia, e depois quando já somos evoluídos intelectualmente podemos conversar de igual para igual com nossos pais, e adquirir sabedoria deles, através da conversa não da obrigação.
Assim como poucos sabem, mas o o Livro Salmos é um manual do Tarot.

Vou postar aqui textos sobre a história secreta de Jesus, ainda esse mês.

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Hazrat Inayat Khan e a Música Suprema

10 10UTC Junho 10UTC 2009

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O sufi Hazrat Inayat Khan (1882-1927) narra: ” Certo dia, Akhbar, o grande imperador dos mongóis, disse ao músico da corte, o famoso Tansen : ‘ Diga-me, ó grande músico, quem foi o seu mestre?’ E a reposta: ‘Majestade, meu mestre é um músico muito importante, aliás, mais do que isto. Não posso chamá-lo de músico, tenho de chamá-lo por obrigação de música!’ O imperador insistiu: ‘ A propósito deste seu mestre, posso ouvi-lo cantar?’ Tansen respondeu: ‘ Talvez, posso tentar. Porém, não pense Vossa Majestade que vai poder chamá-lo para vir a corte.’ O imperador então quis saber: ‘Afinal posso ir até onde ele está?’ Ao que o músico respondeu: ‘Ele pode fica com o orgulho ferido ao imaginar que terá de cantar diante de um rei.’ Akhbar observou: ‘Mas eu poderia ir lá como seu servo.’ Tansen ponderou: ‘ Sim, essa é uma possibilidade, uma forma de esperança.’ Dito isto, ambos escalaram o Himalaia, até as mais elevadas montanhas onde o sábio erigira seu templo de música na abertura de uma caverna, em meio á natureza, vivendo em estreita harmonia com o infinito. O músico da corte havia viajado a cavalo e Akhbar andara a pé. Ao chegar na montanha, o sábio percebeu que o imperador havia-se humilhado para poder ouvir sua música, e mostrou-se disposto a cantar. E sua canção era extraordinária. Parecia que as árvores e plantas vibravam todas. Era a canção do universo. A impressão que causou em Tansen e Akhbar foi muito profunda, mais do que podiam suportar. E, em consequencia disso, ambos entraram num estado de paz e transfiguração. E, enquanto se achavam nesse estado, o mestre saiu da caverna. Quando abriram os olhos, ele já não se encontrava mais à sua frente. O imperador tornou a falar: ‘ Mas que fenômeno estranho. Para onde ele foi?’ Tansen respndeu: ‘ Nunca mais o verá nesta caverna, pois assim que um homem chea a sentir o sabor deste fenômeno ele o procurará sempre, mesmo que isto custe a sua própria vida, pois essa experência é maior do que qualquer coisa na vida.’

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“Após terem voltado para a sua terra, o imperador, um dia, perguntou ao músico: ‘Qual era a raga que o mestre cantou?’ Tansen disse o nome da raga e cantou-a para o imperador. Este, porém, não se deu por satisfeito, e observou: ‘Sim, é a mesma música, mas ela não tem o mesmo espírito. Por que acontece algo assim?’ Tansen replicou: ‘ A razão é esta: eu canto para Vossa Majestade, imperador deste país, mas o meu mestre canta para Deus. Essa é a diferença.’”

BERENDT, Joachim-Ernst. Nada Brahma, A música e o universo da consciência. Editora Cultrix. p.220
Fonte:http://projetophronesis.wordpress.com/

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A Lenda Atemporal.

15 15UTC Maio 15UTC 2009

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Em 2343, Os humanos se dizimaram com tantas guerras, poluição e desequilíbrio da natureza, ao visitarem um planeta nomeado XD354-23W4N3, descobriram seres estruturalmente parecidos com a gente, mas tinha uma cabeça mais alongada, e dedos compridos. Após alguns dias lá resolveram se comunicar com os seres denominados Proxy, usando seu visor que lia as ondas cerebrais dos proxies e as traduzia diretamente para seus cérebros(dos humanos), não necessitando de palavras para se entender. Depois de se comunicarem um pouco viram que eles tratavam os novos visitantes como deuses, e os humanos gostavam disso, e pediam informação sobre o planeta sempre pedindo para mostrar coisas novas, pois por mais que seja preciso o visor de tradução eles nunca conseguiam interpretar certas coisas. Muitos dos Proxies gostavam de agradar os humanos em troca de algo, até por serem seres inferiores eram facilmente conduzidos a fazerem o que os humanos queriam, até que certo tempo depois uma outra tribo nômade de Proxies um pouco mais evoluída chegou e viu seus amigos trabalhando para receber algo que muitas vezes nem conseguiam entender para o que servia, foi quando o líder dessa tribo chamado Igneo resolveu abrir os olhos de seus compatriotas alertando eles que se encontravam cansados e que se desviaram do caminho do Proxy antigo, agora servindo a um ser novo que nem se sabe ao certo o que era. Muitos Proxies se aliaram a Igneo para se rebelar e acordar os outros, mas muitos de sua tribo a haviam se dedicado a servidão para o homem, e desertores de sua tribo e os Proxies comuns os condenaram dizendo que estavam contra o Grande Criador Dos Olhos Coloridos. Os Humanos percebendo a agitação causado por Igneo resvolve acabar com esse caos para poderem utilizar melhor os Proxies para pesquisa, e falam através de sinais para a mente deles que Igneo por não obedecer aos Deuses deveriam ser expulsos e terem um terreno só para eles, mas onde ninguém possa vê-los, e Igneo que uma vez reinou agora se encontra exilado e mal-pensado pelos compatriotas. Alguns meses depois alguns Proxies se comportavam mal e eram transportados para as profundezas, e levaram a notícia de tudo a Igneo, prometendo um dia levar a luz de novo o mundo dele para que fique do jeito em que estava.

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Um outro lado de um história contada diferente.
Todo Vilão tem sua face de Herói, desde Judas ao Comediante.

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Estou Preparado Para Morrer.

10 10UTC Maio 10UTC 2009

Boneco morto

…”Por que haveria Barefoot de te chamar de bodhisattva? O que é toda essa compaixão e sabedoria que tu tens? Tu atingiste o Nivarna e voltaste para auxiliar os outros é isso?
- Eu poderia ter atingido o Nivarna,- rectificou Bill. – Mas Recusei-o. Para voltar.
- Desculpa-me -disse, cansada.- Não compreendo de que é que estás a falar. Está bem?
Bill continuou:
- Voltei a este mundo. Do outro mundo. Por compaixão. Foi isso que aprendi lá no deserto, no Deserto do Mar Morto. – A voz dele era calma; o seu rosto mostrava uma calma profunda.- Foi isso que encontrei.
Fitei-o.
-Eu sou Tim Archer, voltei do outro lado. Para aqueles que amo.- E sorria, uma vasto e secreto sorriso.”

A Transmigração de Timothy Archer, Philip K. Dick pag. 182.
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O Significado de Bodhisattva

Esse sou eu e muitas outras pessoas, mas não literalmente, pois ainda não tive a oportunidade de largar a iluminação e apenas ajudar as pessoas a minha volt, mas é nessa mecânica em que me movimento, em que vivo, baseio meu caminho em 2 e futuramente em 3 dos modos de se iluminar, no conhecimento, atitude e logo mais a meditação, que na verdade não me sinto confiante o bastante para dizer que o faço, pois não tenho ritmo para ele ainda.
Quando eu tinha apenas 14 anos, eu era um crente, mas apenas acreditava em deus, na verdade como todo crente eu queria pedir coisas para a melhor qualidade de minha vida, mas muitas delas não conseguia, quase todas, e sempre tive essa vontade/missão interna de fazer diferença, ter um significado para o mundo, pois o único modo em que você fica eterno é nas idéias, a história de seus atos demorarão para se apagarem diferente de seu corpo. Como num ultimato, pensei, viver a vida, apenas por estar alí não sentido, tenho que ter uma significância mundial para mudar a cabeça das pessoas, e pedi a Deus que tomasse minha vida para salvar todas as outras.

Adivinhe o que aconteceu?

Logo após a oferta ignorada fui jogado numa onda de busca de informação quase infinita e no meio dela, ou ainda no começo me encontro aqui, depois de ser agnostico, ateu, e agora me considero um Politeosofista, inventei um termo para estudo dos deuses, Não acredito, e não condeno quem acredita, mas acho muito mais valioso você pegar a essência de todas do que se agarrar a uma incondicionalmente.

Seja Bodhisattva. Divulgue qualquer coisa que dê mais consciência para as pessoas.

Depois de 100 posts, esse é outro que tento explicar a filosofia de conduta desse blog que é reflexo direta da minha.

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Amit Goswami no Roda Viva

30 30UTC Março 30UTC 2009

Um dos poucos homens a tentar refazer a ponte entre a Espiritualidade e a Ciência, usando a Física quântica,
veja o vídeo para saber um pouco sobre ele e seus livros que me inspiraram a fazer esse blog.

Livros que indico:
A Física da Alma
A Janela Visionária
Deus Não Está Morto

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O Verdadeiro Significado do Dharma de Buda

23 23UTC Março 23UTC 2009

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Por Rodney Downey (Budismo Zen coreano)

Gostaria de começar falando sobre alguns enganos que temos a respeito do Dharma do Buda, os quais são muito comuns em todo o mundo ocidental, e mesmo no Oriente. A causa desses enganos tem a ver com palavras e com aquilo que elas significam.

Hoje, no café da manhã, eu comi bolo. E ontem eu aprendi que existe uma expressão em português: Quando você vai se encontrar com uma pessoa e ela não comparece, diz-se que você “ganhou um bolo”. Imaginem que daqui a 500 anos, um arqueólogo encontre um diário de anotações de um brasileiro. Lá é dito: “Eu fui encontrar com Paulo e ganhei um bolo”. O tradutor diria que eles comeram um bolo juntos! Esta é a armadilha das palavras, as quais têm um significado para uma época e cultura em particular. O mesmo se dá com alguns dos ensinamentos do Buda.

Consideremos as Quatro Nobres Verdades, as quais estão no centro do ensinamento do Buda. A tradução usual das Quatro Nobres Verdades é: “A vida é sofrimento; a causa do sofrimento é o desejo; a cessação do sofrimento é se ver livre do desejo; o modo de fazê-lo é o Caminho Óctuplo”.

Isto está correto? De modo algum! Isto não é o que o Buda falou. Este é o problema! Vamos começar com a Primeira Nobre Verdade, que é sempre traduzida como “A vida é sofrimento”. Mas que coisa horrível! Veja a vida! É uma força excitante e de grande diversidade, de inacreditável deleite. Por que, então, é traduzido como a vida é sofrimento?

Vamos examinar a língua em que o Buda falava. O Buda disse, de fato, que a vida é dukkha. Esta palavra sempre é traduzida como sofrimento, mas isso não é de modo algum o que significa. A raiz de dukkha é duk, e significa “eixo”. Veja a época do Buda: A forma mais complexa de transporte era uma carroça; era uma carroça de madeira, como é na Índia ainda hoje, com um eixo de madeira unindo duas rodas também de madeira, e puxada por búfalos.

A palavra dukkha significava o eixo que está fora do prumo, que está fora de alinhamento. Imaginem o sofrimento de uma pessoa sentada nessa carroça, a força que os búfalos devem fazer e, ao invés da carroça seguir suavemente, ela está fora do eixo, desalinhada.

Então, Buda fala sobre a vida – a vida de todos nós – usando o exemplo da carroça que tem seu eixo fora de alinhamento. Ele diz que nossas vidas estão fora de equilíbrio. E é esse desequilíbrio que leva ao sofrimento. Ele nunca disse que a vida é sofrimento. Este é um ponto muito importante. Nossas vidas estão fora de equilíbrio, ou, como os chineses falariam, não está fluindo junto com o Tao. Ambas as expressões significam a mesma coisa. Esta é a Primeira Nobre Verdade.

A Segunda Nobre Verdade se refere à razão da vida ser assim, e isso é geralmente traduzido como desejo. Mas nós teríamos uma vida muito estranha se não tivéssemos desejos. Não é o que o Buda falou. A palavra que o Buda usou foi trishna e significa “sede”. Nas palavras do próprio Buda isso foi descrito: “É como um homem vagando no deserto por muitos dias, sedento por água”. Isso também é a sede do “eu quero” e do “eu não quero”, e é por isto que todos nós sofremos.

O que é este “eu quero” e “eu não quero”? O que isso indica? Significa que não estamos satisfeitos com este momento, “agora”. Porque se estivéssemos “aqui” (Rodney bate no chão), não haveria “querer” nem “não querer”. Simplesmente haveria este momento, agora. O Buda, utilizando-se deste exemplo, estava dizendo: “Esteja com este momento”. O momento em que você quer ou não quer é o momento em que você deixa o agora, o momento presente, e aí, então, isso leva ao sofrimento.

Então, esse desequilíbrio que temos faz com que nunca estejamos no momento e, não estando no momento, isso leva ao sofrimento. É muito simples. Agora você pode examinar a sua própria vida a partir dessas palavras.

Mas o Buda não parou por aí. Ele nos deu uma cura para este “não estar no momento”, este sofrimento. Esta cura é a Terceira Nobre Verdade, que é a verdade mais mal entendida de todas.

Ele fala do Nirvana ou Nibbana, que é uma palavra que é usada em todas as línguas nos dias de hoje, mas ninguém sabe o que significa. A palavra é muito simples. Significa expirar, apagar – como apagar uma vela. Muito simples! O Buda apenas usava palavras simples, mas mesmo assim elas foram totalmente mal compreendidas, porque geralmente ela é traduzida como extinção do desejo. Correto? Não significa de modo algum isto.

No tempo do Buda, a palavra nirvana, apagar, significava simplesmente isto: apagar. Mas havia uma grande diferença. De acordo com a ciência e a filosofia do Vedanta, quando você apaga uma chama, como em uma vela ou em uma lâmpada de óleo, você diz que a chama ficou livre. Quando você acende uma vela, você captura a chama, como se a colocasse numa gaiola. Então, em “nossa” idéia de apagar uma vela nós dizemos “extinguir” ou “matar”; mas, na época do Buda, apagar uma chama significava libertá-la. Da mesma forma como seu “bolo”; coisas completamente diferentes!

Então, o Buda nunca disse algo como matar os seus desejos; ele falava da libertação ou liberdade deste apego ao “eu quero” ou “eu não quero”. Quando você abandona isso, então a sua vida entra num equilíbrio. Aí, então, você está completamente livre. Este é um ensinamento maravilhoso, porque ele é prático e você pode vê-lo em sua própria vida.

Se você sempre está no momento, você não pode sofrer, você está livre para ir para o próximo momento, livre para seguir para o próximo momento, sempre totalmente livre, sem estar preso no “eu quero” ou “eu não quero”. E é isso que o Buda ensinava. Ele, então, nos deu o Caminho Óctuplo como uma forma de alcançar isso. Da mesma forma como as pessoas dizem hoje: “Como eu posso levar esta prática para a minha vida?”, o Buda nos deu a resposta. É o Caminho Óctuplo: A Compreensão Correta, o Pensamento Correto, a Linguagem Correta, a Ação Correta, os Meios de Vida Correto, o Esforço Correto, a Vigilância Correta, a Concentração Correta. Mas cuidado com a palavra “correto”, porque “correto” implica que há um “errado”, e o Buda não usava a palavra desta forma; o Buda não falava desde um ponto de vista dualista.

Uma palavra melhor do que “correto” é “apropriado”. Linguagem Apropriada, Pensamento Apropriado, Compreensão Apropriada, etc. Vamos, então, apenas examinar um desses fatores, utilizando a palavra “apropriada” ao invés de “correta”. Linguagem Apropriada significa não falar mal de uma outra pessoa, não utilizar palavras para se mostrar, não utilizar palavras para sugerir algo que não é correto. Há muitos exemplos em suas vidas. Simplesmente falar demais é uma linguagem inapropriada. Podemos falar que ler demais também é uma linguagem inapropriada, ou ver televisão demais também seria linguagem inapropriada.

O que o Buda quis fazer ao ensinar sobre essas várias ações não apropriadas foi nos dar um instrumento para examinarmos as nossas próprias vidas. O que significa “apropriado” em termos de nossa vida? Significa Linguagem, Ação e Pensamento que nos ajudam a nos livrarmos de nosso desequilíbrio, de nosso dukkha.

O Caminho Óctuplo usado apropriadamente irá nos ajudar a colocar a nossa vida em equilíbrio. Isso não é algum ensinamento esotérico, nem aquilo que freqüentemente acontece no ensinamento mal compreendido sobre o que o Buda ensinou.

As Quatro Nobres Verdades são muito práticas, baseadas na vida real. É um ensinamento sobre como viver a sua vida. E posso assegurar a vocês, que se lerem qualquer ensinamento do Buda que parecer muito distante de sua vida agora, isso é uma tradução ruim. Porque o Buda era um homem prático e inteligente, que olhava profundamente para o que fazemos conosco. A partir daí, ele nos ofereceu um modo de sair disso. Espero que isso que falei sobre as Quatro Nobres Verdades tenha lançado um pouco de luz. Muito obrigado!

Tradução: Ricardo Sasaki & Rosana Lucas
Editor da palestra oral: Ricardo Sasaki
Fonte: Soto Zen Curitiba

SAIBA MAIS:

O termo pali “dukkha” tem geralmente três significados:

1)Dukkha-dukkha, literalmente, sofrimento-sofrimento. Um dos significados da repetição de uma palavra em pali é para dar ênfase. Dukkha-dukkha é o sofrimento real como a dor física ou dor mental. A enfermidade, a velhice, a morte estão incluídos neste tipo de sofrimento.

2)Viparinama-dukkha, sofrimento como mudança. Aqui se incluem os estados de felicidade. Não porque os estados de felicidade sejam em si mesmos sofrimento, mas sim por sua transitoriedade.

3)Sankhara-dukkha, sofrimento do condicionado. Quando Buddha diz que os cinco agregados do apego são sofrimento está referindo-se ao sofrimento do condicionado, ao sofrimento daquilo que é produzido por causas. Os cinco agregados são produto de causas, são condicionados. E tudo aquilo que é condicionado é sofrimento. De acordo com o Buddhismo tudo que seja condicionado está sujeito ao surgir e ao cessar.

Fonte: Nalanda Curitiba

De uma maneira geral, dukkha diz respeito ao nosso condicionamento de vida dentro de experiências cíclicas, onde nos alternamos entre boas experiências (felicidade) e más experiências (sofrimento). Todos os seres buscam a felicidade e procuram se afastar do sofrimento, no entanto nessa busca de felicidade e dentro da própria felicidade encontrada estão as sementes de sofrimentos futuros.

Podemos pensar da seguinte maneira: sofremos porque não temos algo; sofremos porque conseguimos algo e temos medo de perder; sofremos porque temos algo que parecia bom, mas agora não é tão bom assim; e sofremos porque temos algo que queremos nos livrar e não conseguimos. Podemos ver então que mesmo que tenhamos sucesso na nossa experiência de felicidade, ela mesmo pode se tornar causa de uma experiência de sofrimento.

Além disso, as experiências são impermanentes, as idéias, os conceitos, os pensamentos, todos são impermanentes, mudam. Por isso dentro da experiência de felicidade existe a causa de uma experiência de sofrimento, pois ela também é impermanente e irá mudar.

Então, dukkha representa todo esse ciclo, e a insatisfação que nunca será saciada enquanto seguirmos esse ciclo.

Fonte: Wikipedia
fonte: Saindo da Matrix